quinta-feira, 28 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Mão na Massa


Venho através desta, mostrar que não somos apenas um grupo de ociosos. Também colocamos a mão na massa quando necessário e não temos medo de um simples ferrinho de passar roupa. As obrigações domésticas não nos assustam, pois em alguns momentos de nossa vida, temos de abrir mão do ócio para fazer algo de utilidade familiar. Nosso amigo Lavandier é um exemplo de primor e excelência no quisito passar roupa!!

Somos gente que faz e aquela pilha ali no canto se foi e só ficou a cadeira, ele passou tudinho.



Acadêmicos do Serviço Doméstico: nota 10!!!!!!
(o que matou foi a camisa do Botafogo...kkkkkkkkkkkkkkkk)

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Parabéns para você nessa data querida


Lá sei foi o primeiro turno das eleições 2010. A festa da democracia foi regida pelo samba do crioulo doido. Mas antes das críticas, preciso expressar o lado positivo do evento. O povo brasileiro deve ser aplaudido ao depositar em Marina Silva uma expressiva votação. Não que tenha sido este o meu voto, mas vejo o fenômeno da onda verde como uma esperança de um Brasil melhor.
Isso significa que o país está mudando, mesmo que em doses homeopáticas. E para aqueles que dizem que não, outro ponto a favor desta afirmação vai para o número de eleitores que compareceram as urnas. Mais de 111 milhões de brasileiros votaram no último domingo. Um verdadeiro recorde.
O que não podemos esquecer é que um dos problemas mais graves do Brasil é o da educação. Direito esse que é constitucional, mas violado descaradamente. Portanto em um colégio eleitoral como o brasileiro, com 135 milhões de pessoas, alguma confusão ia acontecer. Não me lembro de ver nenhum candidato a presidência da república falar sobre questões relacionadas aos direitos da criança e do adolescente. Temos uma lei perfeita (ECA), mas que precisa ser melhor aplicada.
Falo nisso porque é necessário transformarmos nossas crianças em cidadãos democráticos. Mas isso não é feito, pois ao longo do desenvolvimento desses jovens não damos a eles espaços para serem escutados. Se o voto é obrigatório, que façamos dele uma ferramenta para um futuro melhor, e não um ato banalizado. A consequencia vai durar, no mínimo, por quatro anos.
O eleitorado fluminense elegeu Antony Garotinho - o ficha suja, e o paulista colocou Tiririca - o titica, como os deputados federais mais votados do Brasil. Seria muito injusto justificar todos esses votos em cima da ignorância do povo. Nem todos foram por protesto. A grande maioria sabia o que estava fazendo. Ficha suja vota em ficha suja. Debochado vota em debochado. Uma pouca vergonha!
Democracia de verdade seria termos uma câmara composta por 513 deputados, entre eles domésticas, operários, professores, por exemplo, pois o povo sabe das suas necessidades. Até mesmo porque uma bancada somente com doutores já provou e muito que não é superior em nada. A questão não é de ter preconceito com um deputado que fez sucesso como um palhaço. O eixo é que ele fez campanha se definindo como alguém que não sabia o que fazer com o cargo que estava disputando. Tampouco quero aqui culpar os políticos graduados por todos os problemas do parlamento brasileiro. A falta de comprometimento dos candidatos que é uma agressão ao direito de escolha . Gerações passadas lutaram e deram o sangue para que pudéssemos votar.
Precisamos de pessoas que queiram ajudar o país crescer, e elas estão aí. Para enxergarmos a verdade no que é proposto é preciso ter censo crítico, que vem através do conhecimento, estudo e discussões, o que nos faz voltar a questão da necessidade de uma educação igualitária para todos. Tem muita gente que se propõe, mas não quer fazer política pública. Isso porque com o desenvolvimento intelectual da população, a concentração de riqueza certamente diminuirá. Agora eu digo: pior que está, certamente ficará.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pagando bem que mal tem?

O mês de julho foi marcado pelo orgulho de ser brasileiro, devido as competições da Copa do Mundo de Futebol. Realmente foi uma linda festa. Pena que não terminou com final feliz, para aqueles que aproveitaram as competições para trabalhar menos. Agora, o orgulho de ser brasileiro voltou. Não tão aflorado pela maioria, mas massificado da mesma forma. Partidos políticos, candidatos, e o Tribunal Superior Eleitoral nos fazem lembrar a cada instante do nosso dever, que na verdade é uma obrigação: a de comparecer no dia 3 de outubro em nossa zona eleitoral. Ai que felicidade!

Além do horário eleitoral gratuito exibido seis dias na semana, em dois horários, somos obrigados aturar os comerciais pagos, que entram em exibição durante a programação normal das rádios e tevês. Como não temos opção, o que resta é assistir e acompanhar as poucas novidades. Na verdade, pouco tudo! Poucas propostas, poucas mudanças, pouco preparo. Só vejo é muita preocupação em atacar os adversários, e conquistar votos.

É lamentável saber que o cantor Tiririca (se é que ele pode ser definido assim), candidato a Deputado Federal pelo Estado de São Paulo tem mais acessos em sites de busca na internet do que os da presidência da República. Dizem por aí que o Tiririca usa seu espaço no horário eleitoral para fazer uma crítica aos políticos brasileiros. Mas ele mesmo diz que não sabe quais são as funções de um Deputado Federal. Então, argumentos para criticar a atual conjuntura parlamentar do Brasil ele não tem e nem sabe como fazer. Como essa pessoa possui mais de 1 milhão de votos intencionais? Segundo fontes na internet, ele está sendo tratado como pop star pelo partido. Se ele for eleito, rasgo meu título de eleitor!

Com o fim das eleições tudo voltará ao normal assim como aconteceu após os jogos da seleção brasileira. A única diferença é que dessa vez o termino será favorável para muitos que querem trabalhar pouco, e pelo visto serão eleitos pelo povo brasileiro. Ai que tristeza!

terça-feira, 20 de julho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Os ociosos de plantão!!

Além de ociosos somos ótimos dançarinos!!!


quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Copa do Mundo é nossa


Em ano de Copa do Mundo de Futebol o patriotismo dos brasileiros vem a tona. As cores verde, amarelo, azul e branco surgem nas ruas, roupas e acessórios. Uma verdadeira explosão de quatro cores. Até a tradicional estampa xadrez, típica nessa época do ano em decorrência das festas juninas, ganharam a tonalidade da bandeira nacional.
Esse momento é tão massificado que dá enjoo. A competição pára o Brasil. Grande parte das empresas, instituições de ensino e repartições públicas, liberam seu pessoal mais cedo, para que ninguém deixe de assistir as partidas. Passa ser um desafio, uma missão quase impossível, conseguir pegar um táxi ou ônibus durante os horários dos jogos. As ruas dos grandes centros ficam desertas, dando a vez para bairros residencias enfeitados, lotados de torcedores que se encontram para assistirem juntos o jogo. A rivalidade acaba e ninguém é mais flamenguista, tricolor, botafoguense ou vascaíno. Todos finalmente se lembram que são brasileiros.
Quem colhe ótimos resultados é o comércio varejista. Como se não bastasse o récorde na venda de roupas, bandeirinhas, cornetas, bolas e enfeites do Brasil, agora também comemos, bebemos, e cheiramos a Copa do Mundo de Futebol. Todo mundo quer lucrar com a competição. Supermercados anunciam a venda de comidas, chamando os consumidores a comprarem com apelo de torcerem pela seleção brasileira. Bebidas em geral estão sendo vendidas com rótulos comemorativos, chegando a vez dos produtos de higiene pessoal, que foram desenvolvidos explorando o tema.
É interessante ver como todos se unem em prol de uma competição esportiva que acontece a cada quatro anos. Toda empolgação é decorrente pelo bom desempenho do time do Brasil. Sempre com bons atletas, e com o maior número de títulos acumulados. A seleção brasileira é a única em todo o mundo que participou de todas as edições da Copa. Em 2010 se busca o sexto campeonato. Além disso, quando não é a Copa do Mundo, no Brasil se fala mais em campeonato brasileiro do que qualquer outro assunto. Não há como negar que aqui é o país do futebol.
Mas quando acaba a Copa tudo volta ao normal. As decorações são desfeitas, as roupas são guardadas e o comércio passa a explorar outras datas, como o Dia dos Pais e o Dia das Crianças, por exemplo. Se o patriotismo fosse sempre cultivado no Brasil, o excesso na utilização das cores que representam o país somente durante a Copa do Mundo de futebol, não causaria tanta estranheza. Espera-se quatro anos para ser brasileiro de verdade durante um mês.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A propaganda é mesmo a alma do negócio?

Acredito que, desde os primórdios da humanidade, esta saudosa frase existe: “A propaganda é a alma do negócio”.
Aproveito para destacar aqui hoje a propaganda televisiva atual. Todos nós possuímos uma propaganda favorita, não é mesmo? Qual é a sua favorita? Alguma de uma marca de cerveja, celular ou com desenho animado? Não, meus queridos! Esqueça tudo o que você entende (se é que entende) de propagandas.
Venho, por meio desta, destacar as minhas:

1) Propaganda do “Pedrinho”:

Imagine você almoçando em frente a TV e, no momento em que você leva um garfo contendo abóbora até a boca, aparece aquele menininho e diz:
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OBS: Passar esse comercial durante a hora das refeições deveria gerar uma multa astronômica para a emissora e também para a fabricante do produto. Por que não vemos no Fantástico um teste do INMETRO para testar as propagandas? Outra coisa que me intriga neste comercial é a cara de felicidade da mãe ao ouvir do garotinho “Mãe, quero fazer cocô!” Pronto! A mãe abre aquele sorrisão como se estivesse recebendo quase um elogio. Veja de novo.

2) Absorventes:

Seguindo a mesma linha de pensamento do tópico anterior, vamos para o próximo grupo de comerciais que eu mais gosto, que são agora, os comerciais de absorventes. Por que, em todos os comerciais desses produtos, as mulheres estão ultra sorridentes se é neste “período” que elas se encontram mais furiosas? Veja você mesmo esse fato pelo sorriso da atriz.

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OBS: De acordo com os anunciantes de absorventes, deve ser legal pra caramba ficar menstruada. A frase no comercial “O que seu andar diz sobre você?” também é fenomenal. Do jeito que a nossa amiga atriz anda no comercial, é bem provável que ela esteja utilizando uma fralda de tamanho XXXG ao invés de um mero absorvente com milímetros de espessura. E, por fim, por que andar confiante a torna mais bonita? A Marlene Matos anda com a maior confiança e autoridade por onde passa e isso a faz mais bonita?

3) Iogurtes para “intestino preso”:

Aquele ou aquela que tiver aceitado o desafio de tomar esta coisa por duas semanas e que não largou um barrão durante o dia inteiro, que atire a primeira pedra.
Para falar a verdade, não conheço ninguém que topou esse desafio, mesmo sabendo que você pode tomar iogurte de graça.

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OBS: Por que as pessoas usam a expressão “ir ao banheiro” para substituir o que o menino do primeiro vídeo queria realizar? Ou seja, fazer cocô! Não é possível que a mulher não reparou que o volume de sua barriga aumentou por causa do intestino preso. Será que ela pensou que o “Alien, o 8º passageiro” existe mesmo e se alojou na sua barriga? Até a cintura pode diminuir com o intestino liberado? Só se ela evacuar umas 4 costelas. Aí, sim! Eu vou acreditar no produto e até recomendar, pois esse aí é porreta. Esse solta tudo, tudo mesmo...

Meus queridos, eu peço para que vocês me enviem sugestões de novas propagandas desse porte e discutam conosco o que há de mais engraçado, tosco ou tudo isso junto nas mais variadas propagandas.
Eu mesmo poderia citar mil delas, mas prefiro contar com a colaboração de vocês para tornarmos essa discussão mais dinâmica e interativa.
Mais uma vez, obrigado pela falta de tempo que lhe proporcionou essa leitura tosca.

ÚLTIMO OBS: A idéia desse texto não é falar mal de nenhum produto, e sim apenas mostrar que nem sempre as propagandas propõem algo realmente construtivo e/ou higiênico para vender o seu produto.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Não pense, só dance

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O que se pode esperar de uma canção que já começa afirmando que é para machucar os corações? Melancolia. Bem diferente da proposta do maestro das multidões.
Aquele que regia grandes platéias é o compositor e principal intérprete de “Nem vem que não tem”. Wilson Simonal fez muito sucesso nas décadas de 60 e 70. Não, eu não estava lá para ver, nem mesmo era nascida nessa época. O que acontece é que particularmente gosto muito das produções passadas.
Tive a sorte de nascer em uma família musical. Aqui se ouve muita música. Mas esta do Simonal sempre me soou aos ouvidos como uma incógnita. O ritmo é indiscutível, bom pra dançar, pra sacudir. A certeza é que a letra foi escrita depois da melodia pronta. Só para rimar. Encaixou e virou sucesso, pois tudo o que saía da boca de Wilson Simonal virava moda. Meu pai que me contou!
Lamentável seu término num verdadeiro fado solitário. Simonal reinou numa época onde tudo era censurado, menos ele. Acredito que era casto aos problemas que o país sofria, sobretudo com a ditadura militar. De tanto não se importar, terminou censurada a sua imagem. Foi excluído e esquecido.
Agora lançaram livro sobre sua vida, fizeram filme, artistas da moda regravaram suas músicas, e sua composição volta a ser o mais novo antigo hit que não pode faltar no repertório dos shows de qualquer cantor que esteja fazendo sucesso. Tudo isso não desmente aquilo que papai me falou. Ouvir “Nem vem que não tem” me vem à tona uma série de catarses. Faz-me rir com um sorriso típico de malandragem. Aqueles que se encontram no canto da boca. Coisas de Simonal. Não é pra pensar, é só pra dançar.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Coluna do Astolfo


Fiquei impressionado essa semana com uma notícia surpreendente. O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou no lançamento de uma campanha nacional de prevenção a hipertensão um tratamento inovador, pelo menos para a maior parte da população. Alguns por aí (bem por aí mesmo) já devem praticar. Ele recomendou que as pessoas fizessem sexo pelo menos 5 vezes por semana, ou seja, você pode ir à academia dar uma malhadinha e depois, chegando em casa, fazer um sexo pra não ter problemas de hipertensão.
O novo tratamento é porreta, mas traz algumas dúvidas a cerca desta questão, afinal de contas se você pode substituir o medicamento por sexo, teoricamente, implica em muitas situações do cotidiano que teriam de ser reajustadas. Por exemplo, os homens que já não conseguem fazer o sexo 1 vez na semana (quem dirá 5), para eles haverá promoção de Viagra nas farmácias? Nesses casos seria apenas a troca de um remédio por outro. A doença crônica está curada, mas e a impotência?
E no caso do trabalhador que perde o dia de serviço porque vai ao médico, o ticket do motel lhe servirá como abono pela falta? E quem se utiliza de plano de saúde, a moça da cabine do motel vai te dar opções, convênio ou particular? No caso do plano, ela tem que ligar para ver se este irá liberar a consulta? Afinal esse novo tratamento tem que ter a cobertura dos planos de saúde também.
E nos casos em que as pessoas não se consultam, a masturbação entraria na categoria automedicação? Swing seria considerado uma mudança na medicação receitada? Suruba se tornaria saúde coletiva, geral num braço só? Se o indivíduo quiser fazer um programinha, ele pode ser processado por prática ilegal de medicina? E uma das melhores pra mim, os hospitais, postos de saúdes, farmácias e afins terão que fazer novas contratações, tipo profissionais do sexo para um melhor atendimento?
Na parte de medicamentos a coisa também fica interessante, pois filmes pornôs serão vendidos em farmácia? Tarja preta ou vermelha? Com ou sem receita? GLS e Travestis seriam medicamentos genéricos? Pessoas compulsivas por sexo são hipocondríacas? Boneca inflável é placebo? Fazer um Menage a trois é aumentar a dose da medicação proposta? E por fim, doenças venéreas podem ser efeitos colaterais?
Enfim, vamos seguir a recomendação do ministro, afinal ele é o cara da Saúde, e se ele diz que fazer sexo 5 vezes na semana é o melhor tratamento para os hipertensos, então vamos fazer sexo, ir para o motel, contratar strippers e comprar bonecas infláveis, porque faz bem pra saúde!!

Goze de boa saúde e mantenha em dia sua saúde oral!!!!!!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Na falto do que fazer...

NO ELEVADOR:
Quando houver só uma pessoa no elevador, dê um tapinha no ombro dela e finja que não foi você;
Se ofereça para apertar os botões para os outros (qual é o seu?), mas aperte os botões errados;
Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador;
Solte um flatuzinho(peido) na hora que estiver saindo;
Vá no cantinho e disfarçadamente aperte todos os botões dos andares a saia rápido.


NA FILA DO BANCO
Teste o extintor de incêndio da agência;
Conte uma piada sem graça e ria sozinho;
Leia em voz alta os folhetos de propaganda do banco;
Toda vez que o painel de senha mostrar um número, grite-o;
Leia o livro que você não tem tempo de ler em casa;
Peça dinheiro emprestado ao vizinho;
Conte histórias de assalto a banco.

EM FASES DA VIDA
Fugir da escola;
Ir a uma boate gay;
Ir a uma praia de nudismo;
Encontrar alguém que conheceu na internet;
Alugar filme pornô escondida pra assistir com suas amigas;
Dar uma festa em casa enquanto os pais viajam.



NO MOTEL
Bater na porta da suíte ao lado e perguntar se foi ali que pediram um bacalhau;
Levar um megafone e gritar da sua janela: “Rosinéia, sua cachorra ordinária, eu sei que você tá aqui, lazarenta!!!”;
Abrir as portas do carro dentro da vaga e ligar o som no talo numa música de Bruno e Marrone;
Apertar todos os botões possíveis e fique vendo o que eles fazem.

NO CINEMA
Ficar tentando adivinhar o final do filme;
Chegar depois que o filme começou e perguntar para o cara do lado o que aconteceu;
Fazer sombra de animaizinhos no projetor de imagem;
Assistir o filme pela segunda e vez e ir narrando o que vai acontecer;
Ir sem nada para comer e perguntar para alguém se pode dar pipoca;
Chegar depois que o filme já começou e tropeçar em todo mundo porque esta escuro e você não sabe onde sentar;
Na saída, conte o final do filme pra quem está na fila do ingresso.


NO SUPERMERCADO
Agarre 20 caixas de preservativos e ponha-as em vários carrinhos, aleatoriamente, quando a pessoa estiver distraída;
Programe os despertadores para tocarem de 5 em 5 minutos;
Vá ao atendimento a clientes e pergunte se podem reservar um pacote de M&Ms pra você;
Monte uma tenda na seção de camping, diga aos outros clientes que vai passar a noite por lá, e convença as pessoas a trazerem almofadas da seção têxtil para juntarem-se a você para um luau; Quando um funcionário perguntar se você precisa de ajuda, comece a chorar e grite: 'porque é que vocês não me deixam em paz?

PARA ESPANTAR O ÓCIO
Praticar um esporte;
Fazer novos amigos;
Curtir a natureza;
Renovar conhecimentos;
Ter novos sonhos;
Aceitar novos desafios.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dormir pra quê?


Insônia, a malvada e velha insônia, coisa triste que acontece com algumas pessoas. Poderia dizer aqui que isso só acontece com os ociosos, porque de tanto não ter o que fazer, perdemos o sono, mas não. Isso acontece com muitas pessoas. Então, o que fazer quando não conseguimos dormir?
Podemos separar quase que por categorias os insones, claro que nem todos se encaixarão, afinal são muitos tipos diferentes, mas vale destacar os mais freqüentes, ou seja, aqueles que estão mais relacionados ao ócio. Temos então:
* Os insistentes, os verdadeiros brasileiros que não desistem nunca. Ficam na cama, olhando para o teto até o momento em que conseguem adormecer, quando conseguem. Alguns, com janela perto de seu dormitório, conseguem assistir o nascer do sol, chegando quase a ser um momento poético. O indivíduo com a face inchada e olheiras profundas assistindo um dos mais belos momentos do nosso dia-a-dia. Meus olhos se encheram de lágrimas...
* Os noturnos saem para alguma balada. Ficar em casa fazendo o que? Tentando dormir, não vão conseguir mesmo, então saem para zoar um pouco e aproveitar a noite de sono perdida.
*Os gulosos aproveitam para atacar a geladeira em um momento aonde ninguém vai repreendê-los no meio da madrugada. Um momento só do insone, tão particular. É quando ninguém esta perto para lhe dizer que você está gordo, ou que está engordando, ou que vai acabar engordando desse jeito. É tão bom devorar tudo o que vemos a nossa frente sem nenhum chato reclamando.
* Os televisivos sentam em frente à TV e revêem seriados e filmes que já passaram mais cedo, mas na falta do que fazer e, se foi bom, por que não assistir de novo? Para essa categoria eu particularmente indico filmes românticos, daqueles bem mela cueca, porque esses dão sono e você acaba dormindo com tanto doce. Claro que não só de filmes românticos vive um insone. Alguns aproveitam o silencio da madrugada para assistir um pornozinho de leve. É mais emocionante quando a mulher geme e ninguém pode ouvir!!!
* E por último os internautas (como eu) que, quando ficam sem sono, apelam para a internet. Geralmente eu fico trocando idéias com o meu amigo Lavandier, que às vezes também está sem sono, mas existem mil coisas para se fazer na net quando se está sem sono, pesquisar preços, fuxicar a vida dos outros no Orkut, mudar a foto do perfil do Orkut, atualizar os joguinhos online. Enfim, muuuita coisa!
Mas se você também é um insone e não se encaixou em nenhuma das categorias acima, pois existem várias outras, deixe seu recado e mostre que você também tem insônia, mas de qual categoria???


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Os Ociosos

A tarefa aqui é descrever o encontro do trio de ociosos que fazem esse blog. Não é o objetivo definir a palavra ócio, mas sim de sanar a curiosidade dos leitores de saberem como esse grupo formado por um químico, uma farmacêutica, e uma jornalista se uniram para fazer esse veículo.

É simples a resposta. Foi por causa da Juliana. Típica de uma musa inspiradora, ela os uniu. Eram amigos dela, somente dela. Mas a loirinha os reuniu a cerca de dez anos. De amigos dela, se tornaram conhecidos um do outro. Com tanto tempo de convivência quase que forçada em aniversários, reuniões e saídas nos fins de semana, foram obrigados a encontrar afinidades entre eles. Tarefa nada difícil. Apesar de profissionalmente tenham tomado rumos completamente diferentes, há dez atrás se preocupavam muito mais sobre como seria o fim de semana. Eles tinham uma mesma cabeça de adolescentes de classe média, que moravam no subúrbio do Rio de Janeiro.

A adolescência passou e a convivência obrigatória os tornou amigos. Lavandier sempre questionador e engraçadinho, começou sozinho a fazer um blog, escrevendo sobre coisas que vinham em sua cabeça. Boni é polêmica, e nunca teve vergonha de expor suas opiniões sobre os acontecimentos que lhe chamam atenção. Ramiro sempre escreveu, mas pouco mostrava, a não ser quando lhe pagavam.

Uma coisa levou a outra. A idéia de expor as situações em um blog de Lavandier, com as opiniões de Boni, e os textos de Ramiro, vieram a partir de uma conversa de botas batidas, no que se concluiu num trabalho hermético. Um complementa a intenção do outro, e no final, todo mundo se diverte. Apesar da Juliana, que mal pode acreditar.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Capricha, Severino!

Eu não sou o que se pode chamar de um sujeito medroso. Pelo menos não no sentido clássico da palavra. Outro dia passei por uma situação onde o ônibus que eu estava resolveu pegar fogo. Enquanto todos os demais passageiros se degladiavam para tentar sair de uma vez só, eu assistia a tudo sentado, e até achava certa graça da situação. Invadir o castelo do Coopa pra salvar a princesa e chamar o Chuck Norris para o tapa eu faço numa boa.
Mas toda vez que eu vou a um restaurante meio genérico, numa lanchonete, ou num estabelecimento dirigido por orientais ilegais no país, realmente... eu tenho medo.
- Boa tarde, patrão! Quer experimentar o nosso prato do dia?

Fudeu, amigo! Pode ter certeza de que se o garçom te chamou de patrão, ele já não foi muito com a sua cara. E isso é muito, muito perigoso!

- Boa tarde! Quero sim. A carne bem passada, por favor, e batata-frita no lugar da salada.

Não, não. Resposta errada. Se você pedir pra customizar o prato do dia, pedindo algo mais complexo do que o original, aí é que você está realmente fadado a tomar no cu de acordo. Principalmente se o garçom chegar na porta da cozinha e pedir pro cozinheiro caprichar. Quando ele fala "Severino, capricha!", na verdade ele está dizendo em código: "Severino, pode sacanear esse otário!"

E o Severino, sem dúvida, vai fazer alguma coisa que até Chuck Norris (sempre falo desse sujeito, pois o admiro) acharia nojento. Ele pode cuspir no seu bife, esfregá-lo no chão ou deixar cair um pouco de suor. Você não sabe disso, então coma sem reclamar do jeito que vier. Isso porque se o bife vier mal passado e você reclamar, fudeu de novo! O garçom vai voltar com o seu prato e falar sorrateiramente pro Severino: "Passa o bife um pouco mais pro nosso camarada!"

Pro nosso camarada...

Agora sim, o Severino vai caprichar de verdade. Vai esfregar o bife no vaso, deslizar o xibiu em volta ou pior: fazer filé ao queijo, amigo. Agora sim ele vai preparar o seu bife com prazer. Literalmente.

Mas seria uma injustiça acusar os nobres profissionais da gastronomia de tratar o cliente de forma tão visceral. Agora, quando se fala dos profissionais de telemarketing, confesso que tenho calafrios.

- Boa tarde, meu nome é Valquíria. Com quem eu falo, por favor?
- Meu nome é Ricardo.
- Em que posso estar ajudando, senhor Ricardo?
- O valor da minha fatura veio errado.

Tudo errado! Ignorou o nome dela e não respondeu 'boa tarde'? Ela vai sortear um ramal qualquer e te transferir pra lá, mesmo que seja o ramal do almoxarifado. E quando te transferirem de volta e se a sua ligação cair com a Valquíria de novo, veja o que acontecerá!

- Pois não, senhor. Aguarde na linha um minuto.

Ah, sim. Agora ela vai te deixar aí uns 10 minutos e no fim vai dizer que o sistema está congestionado.

- Congestionado? Eu não tenho nada com isso! Isso é um absurdo!

Você não aprende mesmo, hein! Enquanto você estiver na metade da frase ela vai apertar o botão "mute" do aparelho e vai dizer em voz alta que você é um filho da puta e que não está ali pra ouvir desaforos de um corno mal humorado. Você não vai ouvir, mas vai sentir a "energia".

No capricho, pro senhor!

Sendo assim, enquanto você puder, evite restaurantes. Viva de miojo, Cup Noodles ou tenha sempre uma marmita debaixo do suvaco. Afinal, é melhor que o suvaco a entrar em contato com a sua comida seja o seu, e não o do Severino.

Evite também os atendentes de telemarketing, deixando de ter telefones celulares, contas bancárias e cartões de crédito. Afinal, com essa crise finaceira que está aí, você não vai ter dinheiro pra colocar no banco, isso se o banco não falir antes de você, e muito menos terá coragem de ligar pra ninguém.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Coluna do Astolfo






Estava eu, entretido em minha navegação pelos sites de notícias quando me deparei com algo intrigante, a notícia vinha com o seguinte título: Justiça condena Clodovil, mesmo morto, a indenizar Ronaldo Ésper. Choquei!
Como são as coisas, não? Nem a morte consegue mexer com a sensibilidade das pessoas. Nem depois de morto Clodovil conseguiu se safar de um processo movido por Ronaldo Ésper por danos morais (o cara já é o dano moral em figura de gente) devido a alguma entrevista da qual eu não tomei conhecimento, enfim, Clodovil foi condenado a pagar 5 mil reais, que seria metade do que Ronaldo pediu. Será que se eu começar a andar com um gravador escondido e gravar alguém me chamando de pescoçudo eu também consigo um dinheiro?
Imaginem só, tudo bem que tem a questão do espólio do Clodo, tem os advogados agindo e tudo o mais, mas realizem a cena, como que o procurador de justiça vai entregar a intimação para o pagamento da indenização ao Clodo? Ele vai arrumar um Chico Xavier para psicografar a resposta do Clodo? Ele vai a uma seção espírita? Ainda me faço uma última pergunta, existe dinheiro no além? Devemos pesquisar sobre a cotação da moeda corrente, sabe-se lá, pode não ser real né, vai que é um tipo de moeda do além ou algo referente, nunca se sabe, esses tempos de crise, todo mundo sem dinheiro, e se a moeda do além valer mais do que a real? São muitas questões a serem esclarecidas.
O processo foi iniciado em 2005, quase resolvido em 2010 e ainda tem um processo que o Clodo, o defunto, está movendo contra Ronaldo, do além, só pode, a advogada dele deve ser médium e está psicografando mensagens secretas para poder tomar algumas decisões sobre o processo, quanto vai pedir de indenização e coisas relacionadas. A frase “ Descance em paz” nunca será válida na morte desse sujeito, ele foi-se em 2009 e nem assim o outro desistiu, e pelo visto nem o morto, ele realmente é Brasileiro, não desiste nunca.

terça-feira, 27 de abril de 2010

O Ócio



O que seria o ócio? Na minha opinião, o ócio é a total falta do que fazer, como agora por exemplo, eu não tinha nada para fazer, então vim lhes falar sobre isso.
Em geral a maioria das pessoas quando não tem nada para fazer arrumam algo para ocupar seu tempo, pensam na vida, vão assaltar a geladeira, aborrecer o cachorro, puxar o rabo do gato ou até mesmo assistir ao mesmo filme pela décima vez, pois decorar todas as falas é importantíssimo para o ócio!!!
Habitualmente uma pessoa que trabalha não vive a vida de quem não tem nada para fazer, porque mantém sua mente ocupada com o trabalho, e quando chega do trabalho mantém sua mente cansada, porque trabalhou o dia inteiro e nos finais de semana tem vários programas para ocupar seu tempo vago, ela vai ao cinema, sai para jantar, leva seu filho e esposa ao parque, sai para conhecer a futura esposa (caso ainda não tenha uma), mas e quem não trabalha e já tem a semana inteira para fazer esses programas?
O cinema já não tem filmes que comportem a necessidade de um praticante do ócio, pois ele já esgotou as opções, e mesmo para quem não tem nada para fazer os filmes tipo documentário (para quem não é chegado) são chatos, não apelamos a tanto, os restaurantes, lanchonetes e barzinhos teriam que se inovar a cada um ou dois meses para manter nosso interesse (somos um público exigente), não temos tanto dinheiro para comprar jogo novos de videogame toda semana, porque nesse tempo já viramos a fitas umas 6 ou 7 vezes que é pra descobrir todos os atalhos, poderes especiais, macetes, coisas escondidas e afins..., academia de musculação é uma boa pedida, mas cansa, e pra quem já está com a mente cansada de pensar no que vai fazer é mais cansativo ainda, nossa como cansa ficar sentado ou deitado na cama pensando no que vai fazer e conseguir chegar a conclusão alguma!


Certa vez, não tinha nada para fazer e fiz um book fotográfico da minha girafa de pelúcia, o Astolfo, ficaram ótimas as fotos, várias poses, como ele não reclamou eu fui tirando, até que cansei, as poses ficaram muito repetitivas, então fui ver televisão e assisti um seriado de TV que eu gosto muito, Friends, com um único probleminha, o seriado já acabou e o que está passando é reprise, mas do que me interessa, é engraçado e pela milésima vez eu estava rindo da mesma piada de um mesmo episódio, isso é o ócio gente, a total ausência de algo mais interessante para se fazer.
Mas cuidado hein gente, pensar demais no que fazer causa pane no sistema, jogar muito videogame da dor de cabeça quase irreversível, sair para beber engorda e tem bêbado que é muito chato, malhar cansa o corpo, pois a mente já foi pro saco, então entrem num MSN da vida e fiquem sem fazer nada com mais alguém, pelo menos você terá alguém como você para conversar, é ruim não fazer nada sozinho, deprime!!!



sexta-feira, 23 de abril de 2010

O sucesso de uma reboladinha

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O "Fricote" de Luiz Caldas, lançado na década de 80, certamente foi um dos hits que alavancou o Axé Music. O sucesso aconteceu durante o Carnaval na Bahia, é claro, estado esse berço das composições de duplo sentido. Que fique bem claro que não é minha intenção afirmar que todos os artistas baianos compõem da mesma forma. Mas que é na Bahia que as músicas com conotações sugestivas brotam feito água, como em nenhum outro lugar, não há como negar.

A "Nega do Cabelo Duro" ficou tão famosa que o ritmo se transformou em um vírus, espalhando pelo Brasil o interesse por músicas coreografadas. E depois dessa nega, muitas outras vieram, além das loiras e morenas. Quem gostou foi o mercado fonográfico. Milhões de discos vendidos e shows caríssimos marcados por todo o país durante o ano inteiro. Uma verdadeira febre.

Mas tudo é muito igual. Entra ano e sai ano, a batida é a mesma, as dancinhas são reinventadas, mas sempre com aquela mesma coisa de mãozinha na cabeça, e na cintura, e agora rebola. Não sei qual é a graça de pagar uma grana em um show denominado micareta, onde todo mundo canta dezenas de músicas com um mesmo ritmo, dançam igual e, para finalizar, com a mesma roupa. Fico em dúvida ao tentar compreender o que tanto agrada esse público alvo. Não canso em dizer que é tudo igual. Ouvir mais que cinco músicas desse estilo de forma seguida é irritante. Imagino ter que aguentar seis horas de show, como afirmam os micareteiros. Temos que agradecer à maluca da nega.

Voltando ao ponto de partida deste texto, tento compreender não só o ritmo da música de Luiz Caldas, mas a letra. Até mesmo porque a melodia ainda pode ser ouvida no mais novo e repaginado sucesso de Axé, o Rebolation. O negócio sobrevive até hoje. A letra é infantil e sem coerência. A concisão passou longe. Mas fez e faz sucesso. E que sejam bem vindas boas composições como esta. O mercado agradece. Já o seu raciocínio, esquece...

terça-feira, 13 de abril de 2010

É nada com um pouco de coisa nenhuma

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Sem dúvidas a música "É o pente", do grupo "Os Havaianos" tem uma daquelas letras que intrigam. Não há exagero nenhum em aifrmar que é umas das letras, mais e menos questionativas, da atual conjuntura. Porque o pente, ora, é o pente! Então não há motivos para dúvidas, já que o autor repete isso pelo menos umas 30 vezes por estrofe.

Mas se você leitor, é como eu, vai parar, ouvir e imaginar se por trás dessa letra de estrutura tão objetiva, tem um sentido complexo embutido, tal qual deixaria Machado de Assis com inveja. E olha que tentei até com carinho, mas não tem. A conclusão é que essa música pode ter tudo, menos letra, pois esqueceram de concluir.

Tenho pena é da terceira idade. O que eles devem pensar ao ouvir "É o pente"? Porque o funk é assim: faz sucesso por fazer, não por ser bom. Aí você questiona - como alguém que já tenha vivido pelo menos seis décadas e meia poderia estar ciente da existência dessa música?

O fato é que sempre tem aquele indivíduo que coloca o sucesso da moda no último volume do seu carro e faz questão de passar em frente às nossas casas seja a hora do dia que for. Pronto! Publicidade de graça e maciça que fãs da música nos obrigam a ouvir e disseminar. Disso não há como fugir. Todos tomam conhecimento de uma música que fala tantas vezes a mesma frase, e que até o cantor perde o fôlego quando dispara a cantar - é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, é o pente, ...

Ainda tenho dúvidas sobre o que essa música tem a dizer. Não querendo dar uma de inocente, ignorando o duplo sentido da expressão que virou uma gíria no Rio de Janeiro. Mas, para os questionadores como eu, convido a assistirem ao clipe feito pela equipe do Amantes do ócio. Depois me contem, porque eu afirmo: quero é fugir disso!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Cólicas de emoção


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Tudo bem que o funk deixou de ser um estilo musical marginalizado. Hoje é tocado, pedido e aclamado em 100% das casas de shows no Rio de Janeiro.

Agora é até protegido por lei e definido como manifestação cultural. Quanto a isso, concordo! O funk é uma forma de demonstração artística, sim. Mas dizer que em sua totalidade a música é boa, não dá.

O bom do funk é a batida, que anima e faz dançar até o mais desengonçado de forma involuntária. A letra só complementa. Em alguns casos, só faz rir, como em "Bota com raiva, bota o tambor", interpretada pela Mestre de Cerimônia (MC) Marceli.

Não existe a possibilidade de parar para ouvir e tentar entender o que a MC diz com a letra. Quando isso acontece, saem conclusões como a do clipe produzido pela equipe do Amantes do ócio. Até onde sei, tambor é instrumento de percussão ou um objeto cilíndrico. Já a palavra "bota", no sentido de colocar, na língua portuguesa não passa de um chavão.

Aí, eu pergunto: - coloca onde esse tambor? E por que com raiva, menina? Eu, hein! Fora as afirmações de que não é mais uma criança, e sim uma danada. Socorro!

Quem disse que homens não sentem cólicas menstruais? Tenho certeza que é isso o que sente Chico Buarque de Holanda ao ouvir essa ciência de combinar os sons de forma agradável para os ouvidos. Ou seja, essa música.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Leis da atração


Nosso universo está sujeito a inúmeras leis, dentre as quais podemos citar as leis da atração. Não, gente! Não é a atração causada pela Lei da Gravidade, seu ignorante! Você pode achar que estamos em uma propaganda de Nescafé (onde uma coisa puxa a outra), mas é exatamente o que acontece em nosso dia-a-dia. Vejamos alguns exemplos:

1) Pobre e funk - É mais comum ver um Chevette 86 ou uma BMW tocando funk alto na porta da sua casa às 3:30 da manhã de uma terça-feira?

2) Bebedeira e mulher feia - Vai dizer que você nunca saiu com uma baranga e deu aquela desculpa tradicional do tipo "Eu estava bêbado"? Outra desculpa para a baranga da noite passada é a maldita aposta com os seus amigos para ver quem pega a mais feia do local, onde o sortudo recebe como prêmio de consolação uma rodada paga pelos amigos que não obtiveram êxito com as "gatas". Agora me diz, vale realmente a pena uma dose de 51 por uma noite que seus amigos irão lembrar por toda a sua vida (e te gastar por isso)?

3) Ação e reação/Queda livre - Já reparou que, quanto maior for o esforço para agarrar um objeto em queda livre, maior será destruição em volta do local da queda? Inclusive, ela é ainda maior do que se deixássemos a pemba do objeto cair naturalmente.

4) Dedinho do pé e a ponta de móveis - Porra! Essa é a pior. Quando você está com um sapato fechado, nunca há o choque do seu pé com aquela arca de madeira maciça que sua mãe não joga fora porque diz que é herança de família. Agora, experimente andar descalço pela sala de sua casa.

5) Atendente e o tradicional "Ném" - Putz! Essa é igualmente horrível. Imagine você depois de um dia estressante de trabalho, sem almoço, saindo depois de seu horário, chovendo e, ainda por cima, perdendo o ônibus que só passa agora depois de uma hora. Então, você resolve ir a qualquer estabelecimento do ramo alimentício para passar o tempo e a fome. Ao chegar no balcão, uma jovem vem ao seu encontro e lhe pergunta: "Ném, vai querer o que?". Me diga, o problema da sua fome já foi resolvido com essa palavra mágica, não foi? E a chuva forte da qual você correu? Agora não lhe parece ser melhor do que isso?

Enfim, eu poderia ficar aqui durante horas citando exemplos reais da "Lei da Atração", mas prefiro deixar isso para uma outra ocasião. Se você lembrar de algum exemplo e quiser compartilhar conosco, será muito bem aceito.
Desde já, agradeço pela sua falta do que fazer e pela leitura desta porcaria acima.